[Mercado] Criado e-commerce para Bilionários, os 'ricaços'

Quem conhece a máxima "Dinheiro não traz felicidade, manda buscar", vai adorar conhecer o novo site de e-commerce The Billionaire Shop. Ele é mais um exemplo de serviço na web para tornar a vida de bilionários de todo mundo ainda mais cômoda e sofisticada, oferecendo a seus clientes itens de luxo de diversas categorias. 

Vendas pela web com produtos refinados podem ser encontrados aos montes no The Billionaire Shop (Foto: Reprodução) 
  O The Billionaire Shop pretende dar a seus frequentadores, uma sensação de estarem em um ambiente sofisticado e repleto de produtos topo de linha. Dentre eles, há a possibilidade de se comprar com poucos cliques um carro de alto luxo, como o Aston Martin, Bugatti, Ferrari, dentre outros; Motos, como a Ducati, Harley Davidson, Bimota, super relógios, e até mesmo aviões particulares, helicópteros, iates e imóveis em áreas privilegiadas. Caso haja dúvidas a respeito de algum produto, basta checar o review dos modelos no Blog do site, a área se encontra sempre atualizada para suprir seus clientes com muitas informações pertinentes sobre o produto escolhido. Há ainda um espaço em que citações de celebridades bilionárias são postadas, como as de Donald Trump, ajudando a contextualizar a experiência. 

Já pensou em investir em uma ilha particular que era do Michael Schumacher? (Foto: Reprodução/The Billionare Shop) 

Indo às compras! Seu formato de site de compra visa facilitar a rotina de quem está em alguma atividade de negócios ou lazer e gostaria de comprar um presente de forma prática e confortável. Como visto em serviços como Amazon e eBay, no The Billionaire Shop sua conta também possuirá um carrinho de compras, no qual seus (caros) itens serão computados. Ao final do passeio virtual, basta finalizar seus pedidos e partir para a seção de débito em conta corrente ou crédito. O The Billionaire Shop promete entregar os pedidos para mais de 170 países, mas não encontramos a relação completa, e nem conseguimos a informação se o Brasil estaria dentro dessa listagem.

Fonte: TechTudo

[Mercado] Brasil responde por 59% do comércio eletrônico da América Latina

Ao crescer 43% entre 2010 e 2011, o comércio eletrônico brasileiro chegou a US$ 25 bilhões de dólares no ano passado --mais da metade (59,1%) de todas as transações comerciais on-line da América Latina.

Bastante atrás do país, em segundo lugar ficou o México, com apenas 14,2%. Os países caribenhos vêm em seguida, com 6,4%, seguidos de Argentina (6,2%), Chile (3,5%), Venezuela (3,3%), América Central (2,4%), Colômbia (2%) e Peru (1,4%).

O estudo, encomendado pela Visa, mostra que a alta de 43% em apenas um ano fez do Brasil o primeiro país latino-americano onde as vendas on-line ultrapassaram 1% do próprio PIB.

A empresa responsável pelo levantamento, AméricaEconomia Intelligence, diz que Brasil e América Latina mostraram significativo crescimento em vendas no e-commerce nos últimos dois anos.

Entre os fatores, determinantes, estão a maior segurança e confiança no momento da compra, as plataformas de negociação em novos canais (como o comércio em redes sociais), as reformas governamentais que incentivaram a a atividade, além de um maior uso dos meios de pagamentos eletrônicos (como os cartões de crédito).

Informações: Folha.com

[Mercado] Contrariando expectativas, vendas de PCs aumentam no primeiro trimestre

O número de computadores pessoais vendidos no mundo aumentou mais que o esperado no primeiro trimestre de 2012. O dado inclui desktops e também PCs portáteis, como laptops e netbooks.

A empresa de pesquisa Gartner divulgou que 89 milhões de PCs foram vendidos nos primeiros três meses do ano --crescimento de 1,9% em relação ao período correspondente de 2011.

Outro grupo de pesquisa mercadológica, o IDC, anunciou na mesma data que as vendas aumentaram 2,3%, contrariando expectativas, que indicavam queda de 0,9%.

Divulgação 
Consumidores em loja da Microsoft na Califórnia; crescimento na venda de PCs contrariou expectativas
O crescimento se deve, em parte, pelas vendas em regiões onde a parcela da população que possui computadores é relativamente baixa, como na Índia e na China.

Nos EUA, por outro lado, a queda nas vendas de PCs prosseguiu, ainda que em ritmo menos acelerado.

No trimestre, 3,5% a menos de notebooks e desktops foram vendidos no país, dado que se opõe à ascensão dos tablets e dos smartphones como ferramentas de computação pessoal.

As empresas que mais venderam PCs no período foram, em ordem decrescente, HP, Lenovo, Dell, Acer e Asus.

Informações Folha.com